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Correr com varizes: o esporte como aliado

As varizes nada mais são do que veias dilatadas, visíveis a olha nu, que ficam sobressaltadas por estarem levando o sangue na direção contrária do que deveriam. As veias são responsáveis por levá-lo de volta para o coração, de baixo para cima, mas quando o problema aparece, há um refluxo e o sangue passa a ir de cima para baixo, causando, assim, as varizes.

Uma dúvida muito comum entre as mulheres é se a corrida pode causar varizes. A resposta é não. O que pode acontecer é um aumento da pressão venosa e diminuição do tecido gorduroso, deixando as veias mais aparentes. Isso, entretanto não tem relação com a doença, que, como dito anteriormente, é causada por uma má circulação sanguínea.

Por dentro do problema

Existem seis tipos de varizes:

– Pequenos casos isolados de vasinhos;

– Veias varicosas maiores;

– Veias com presença de inchaço;

– Lesões tróficas na pele, como manchas, por exemplo;

– Úlcera cicatrizada;

– Úlcera aberta.

Em todos os casos, o exercício físico é recomendado e pode ajudar no tratamento. Após avaliação médica, o uso de meias elásticas durante a corrida pode ser indicado, pois elas têm influência positiva em quem já apresenta o problema, melhorando o bombeamento da musculatura da panturrilha. Vale ressaltar, porém, que quem não tem a doença deve evitar o uso das meias elásticas, pois elas não são úteis na prevenção.

Cuide da sua saúde no frio

4 DICAS PARA CUIDAR DA SUA SAÚDE NO TEMPO FRIO

Muita gente espera essa época do ano porque prefere um clima mais ameno, o que é raro na maioria das cidades de um país tropical como o Brasil. No entanto, é importante ficar de olho nos hábitos que adotamos e, por isso, é fundamental conhecer algumas dicas para cuidar da saúde no tempo frio.

Nosso organismo tem algumas necessidades diferentes e também reage de forma distinta quando a temperatura cai, e é imprescindível que você se lembre disso para evitar qualquer tipo de problema. Ficou curioso? Então confira o conteúdo a seguir e aprenda um pouco mais sobre o tema!

1. Beba bastante água

A primeira dica para cuidar da saúde no tempo frio é beber bastante água. Sabemos que isso é importante em qualquer época do ano, mas quando estamos nos dias quentes, acabamos nos hidratando de forma natural. Com a temperatura mais amena, não é raro que a gente acabe sonegando a hidratação, e isso é um problema.

Os líquidos são fundamentais para um bom metabolismo e previnem também o ressecamento da pele, que pode ocorrer em cidades com uma umidade relativa do ar mais baixa.

2. Deixe a casa ventilada

Outro hábito muito comum (e errado) que muitas pessoas adotam nos dias frios é fechar todas as portas e janelas de casa. Isso pode até deixar a sua casa um pouco mais aquecida e trazer a sensação de bem-estar, mas também favorece o surgimento de diversos problemas bastante incômodos por conta da má circulação de ar.

Ao contrário do que muitos pensam, as doenças típicas de inverno como a gripe e os resfriados não aumentam por conta do frio, mas em função da aglomeração de pessoas em ambientes fechados e da ventilação inadequada.

Fuja dessa tentação e não faça do seu imóvel uma caixa fechada. Procure deixar pelo menos uma janela aberta para que o ar circule com mais facilidade.

3. Hidrate a pele

A pele também sofre no inverno, e as temperaturas mais baixas demandam produtos diferenciados e específicos para cuidar da saúde do rosto e do corpo. O ideal mesmo é consultar um dermatologista que possa fazer uma avaliação e recomendar as substâncias adequadas a você.

Se a sua pele é mais oleosa, o indicado é usar cremes oil free, ou seja, livres de óleo, feitos à base de gel. Se a sua pele é mais seca, você precisa de componentes como a vitamina C e ureia. Já uma pele muito sensível precisa de versões hipoalergênicas dos produtos.

Para todo tipo de pele, o filtro solar é indispensável.

4. Cuide da sua alimentação

A alimentação também é muito importante para cuidar da sua saúde no tempo frio. É preciso ter atenção nesse aspecto, pois as temperaturas mais baixas são um verdadeiro incentivo para que a gente caia em tentação e aposte em pratos muito calóricos — e também acabe consumindo bebidas alcoólicas em excesso, o que não é saudável.

Aproveite essa época para saborear um bom vinho tinto com moderação, pois ele contém substâncias protetoras para o coração e para os vasos sanguíneos. As comidas típicas da estação, como o fondue, podem ser apreciadas desde que você coma apenas no final de semana ou em uma data específica.

 

Vasinhos e varizes: entenda a diferença entre eles

Você provavelmente já se percebeu como algumas veias mais evidentes do que o normal marcando a pele. Realmente, os vasinhos e as varizes são situações bem diferentes e que requerem cuidados distintos também.

Vasinhos

Os vasinhos são capilares localizados numa camada superficial da pele e que se dilatam. Bem fininhos, eles aparecem agrupados e são de cores avermelhadas ou arroxeadas. Não doem e podem pipocar em qualquer local do corpo e até no rosto.

Causas

Histórico familiar, traumas no local (batidas, machucados, cirurgias), aumento de hormônios femininos por uso de medicamentos ou gravidez, passar muito tempo em pé (algumas profissões estão mais propensas) e, em casos mais extremos, pode ser uma indicação de uma doença venosa.

Riscos

Caso os vasinhos estejam localizados em grande quantidade perto dos joelhos e tornozelos, é preciso um ultrassom para investigar a possibilidade de algum problema de circulação, mas é raro. Tirando essa hipótese, eles não apresentam maiores problemas de saúde. Acaba caindo em uma questão estética.

Tratamentos

Os vasinhos que não apresentam riscos à saúde são tratados em consultório com procedimentos estéticos, como laser, apenas por um motivo de aparência, já que esses capilares “doentes” não são essenciais para o bom funcionamento do nosso corpo. Mas o médico alerta que se o seu caso for genético, eles irão continuar aparecendo para o resto da vida.

 

Varizes

Diferentemente dos vasinhos que são formados por capilares, as varizes são veias que se dilatam por não estarem cumprindo bem a sua função de mandar o sangue de volta ao coração. São grossas, de cor azulada ou esverdeada e localizam-se nas pernas e pés. Causam dores e inchaços que podem desencadear problemas mais graves de circulação, como trombose.

Causas

Aqui, o histórico familiar também conta, assim como o aumento de hormônios, gravidez e profissões que exigem muito tempo em pé ou parado. Outros fatores de risco são o sedentarismo e o sobrepeso.

Riscos

Varizes não só causam dores e inchaços: elas também podem ser perigosas. Os sintomas podem evoluir desde cansaço das pernas e edema (inchaço) até a ocorrência de úlceras (feridas) e de tromboses e flebites (inflamação). Portanto, cuidado!

Varizes na Gravidez

Na gravidez, elas podem aparecer em quem nunca teve o problema e se agravar ainda mais nas mulheres que já convivem com elas.

Por mais que ter varizes não seja uma exclusividade de mulheres grávidas – 45% das brasileiras sofrem desse problema, segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular –, na gestação elas podem ganhar destaque. Isso ocorre porque, durante a gravidez, o corpo da mãe produz sangue a mais para sustentar dois organismos, o dela e o do bebê. Esse peso extra pressiona os vasos sanguíneos – principalmente os da perna, que precisam trabalhar contra a gravidade para levar todo o sangue extra de volta para o coração. Acrescente isso à pressão que o útero em crescimento coloca sobre os vasos pélvicos e ao aumento nos níveis de progesterona, que provocam um relaxamento na parede dos vasos, e você tem a receita perfeita para varizes por volta do fim do segundo trimestre.

Confira abaixo algumas medidas importantes para evitar ou amenizar o problema na gestação.

– Mantenha uma alimentação balanceada, para não ganhar peso em excesso e não piorar as varizes;

– Faça atividades físicas de baixo impacto. As melhores são as com água, como hidroginástica ou natação leve, que ainda fazem uma drenagem natural no corpo;

– Use meias elásticas, mediante prescrição médica, que auxiliam na prevenção;

– Outra dica são as massagens, que podem ser feitas à base de calêndula vermelha, e drenagem linfática manual, feita por especialistas em gestantes, que ajudam a reduzir os inchaços além de melhorar o fluxo sanguíneo;

– Embora haja um mito em relação a sapatos altos, segundo o especialista, o ideal é usar saltinhos entre 3 e 5 cm de altura, que estimulam a musculatura da panturrilha e ajudam na circulação do sangue nas veias;

– Não permaneça sentada ou em pé por mais de 40 minutos consecutivos. Tente revezar a posição para estimular o fluxo sanguíneo;

– Na hora do repouso, eleve as pernas.

Alimentação pode auxiliar no surgimento de varizes

Elas nem sempre são aparentes. Fatores genéticos são os principais desencadeadores das varizes, mas hormônios desregulados (não é à toa que mulheres grávidas sofrem com inchaços nas pernas), pouca hidratação, sedentarismo, tabagismo e obesidade também contribuem para a má circulação do organismo.

Fibras

Quando o intestino não trabalha bem, parece que o corpo todo sente. Isso porque o bom funcionamento do sistema digestivo ajuda a manter a circulação sanguínea em dia. A prisão de ventre causa aumento na pressão abdominal, prejudicando a circulação as pernas. Para evitar isso, é importante se alimentar de fibras, como folhas verdes-escuras, grãos e farelos em geral.

Alimentos anti-inflamatórios

Sal em excesso contribui muito para a formação dos edemas (retenção de líquido) e, consequentemente, para o inchaço dos membros. Uma boa opção é substituí-lo por especiarias na hora de temperar a comida. É importante também consumir alimentos que possuem esse benefício, como peixes (atum, salmão, sardinha), linhaça e cebola.

Alimentos antioxidantes

Para auxiliar a fortalecer as veias e os vasos, é fundamental o trabalho dos antioxidantes, pois eles ajudam a proteger as paredes venosas. Para isso, é indicado o uso de frutas vermelhas e ricas em vitamina C.

Potássio

Ele disputa com o sal na concentração sanguínea: quanto mais potássio presente no sangue, menos sal, e vice-versa. Portanto, nada melhor do que apostar na banana, damasco, abacate, melão e na beterraba para dizer adeus à retenção!

Mitos e verdades sobre Varizes

Hoje vamos falar sobre os mitos e verdade sobre as varizes. A boa notícia é que existem saídas para tratar os tubos dos membros inferiores antes que causem mais dor de cabeça e também possível evitar!

Será que usar salto alto realmente contribui para o aparecimento de varizes? E ficar de pé? Vamos conferir agora os principais mitos e verdades sobre as temidas varizes:

  1. Salto alto – MITO

Não há nenhuma relação: algumas mulheres se sentem bem quando usam, outras relatam o contrário.

  1. Pílula – VERDADE

Ela mexe com os hormônios femininos, que influencia na integridade das veias.

  1. Ficar em pé – VERDADE

Quem está sempre de um lado para outro tem maior risco. É possível usar meia elástica para ajudar na prevenção.

  1. Calça apertada – MITO

O uso é mais questão de gosto, pois não atrapalha nem ajuda no funcionamento dos ductos sanguíneos.

  1. Musculação – MEIA VERDADE

Na medida certa, é uma aliada. Em excesso, como no halterofilismo, vira inimiga.

Cuidado com as varizes previne doenças mais graves

As varizes causam danos estéticos, entretanto também podem causar problemas circulatórios e por isso devem ser avaliadas por médicos angiologistas. Em algumas ocasiões, as principais complicações das varizes surgem em função da falta de atenção à doença. Além da estética, é necessário prestar atenção aos sintomas mais comuns, como dor, inchaço, sensação de peso e cansaço nas pernas, ao sentir esses sintomas o paciente deve procurar imediatamente a ajuda de um médico para orientar o tratamento.

As varizes podem evoluir para insuficiência venosa crônica, úlceras venenosas, dermatite ocre e tromboflebite superficial.

Vejamos como isso pode afetar:

Insuficiência venosa crônica – no geral, mulheres de mais idade podem sofrer com o problema, que também traz relação com o número de gestações, a obesidade e o histórico familiar. Dor, coceira, formigamento, queimação, fadiga, cãibras musculares, inchaço, sensação de peso são os principais sintomas.

Úlceras venosas – Consequência do agravamento da insuficiência venosa crônica, as úlceras venosas são feridas abertas que exigem cuidado especializado, causam dor e são muito difíceis de curar.

Dermatite ocre – O sangue acumulado nas veias extravasa e mancha a pele das pernas com uma coloração acastanhada, semelhante à ferrugem.

Tromboflebite superficial – A famosa trombose é um termo que se refere à condição na qual há o desenvolvimento, nas veias das pernas e coxas, de um ‘trombo’, um coágulo sanguíneo, que entope a passagem do sangue.

Fatores que contribuem para o aparecimento de doenças vasculares

Varizes, inchaço, trombose e dor nas pernas são alguns dos problemas vasculares mais comuns — e a genética está relacionada a isso. É fundamental prestar atenção nos maus hábitos para assim evitá-los para se precaver:

-Sedentarismo: Em nosso corpo, podemos dizer que a panturrilha é o coração das pernas: a cada contração muscular bombeamos o sangue e ativamos a nossa circulação. Quando ficamos muito tempo parada podem causar uma retenção de líquido nas pernas, levando a inchaço, pernas pesadas, cansadas e aumentando a predisposição de desenvolver varizes e trombose venosa.

-Tabagismo: O cigarro também pode causar problemas circulatórios como arteriosclerose (envolvendo as artérias da perna) e tromboangeite obliterante – distúrbio que afeta as extremidades do corpo. A médica enfatiza que a nicotina está ligada à diminuição da espessura dos vasos sanguíneos.

-Obesidade: pessoas obesas têm maior disposição de desenvolver varizes por causa da quantidade de volume sanguíneo dentro das veias que se eleva. Muitas vezes, a gordura acumulada dentro dos vasos sanguíneos também acarreta em uma má circulação.

-Traumas nos membros inferiores: Grandes traumatismos também são importantes fatores de risco para a trombose venosa profunda, não só pelo impacto nos vasos sanguíneos, mas também pelo tempo que o paciente fica imobilizado na cama depois do acidente. Além disso, o impacto nas veias pode dificultar a circulação de sangue e favorecer o aparecimento de varizes.

-Uso contínuo de pílulas anticoncepcionais: A ligação entre a trombose e o anticoncepcional é que o hormônio dos anticoncepcionais altera a circulação e aumenta o risco de formação de coágulos nas veias profundas, dentro dos músculos. Um estudo publicado na revista especializada The BMJ Today, e que foi conduzido por pesquisadores britânicos, mostra que as mulheres que tomam contraceptivos orais combinados, que contêm drospirenona, desogestrel, gestodeno e ciproterona, têm um risco de trombose venosa quadruplicado em relação àquelas que não tomam pílula.

Tratamento de Varizes – Cirurgia

A cirurgia de varizes é uma dar formas de tratar as varizes. O tratamento das varizes por cirurgia é um procedimento padronizado e realizado há muito tempo, feito com frequência pela grande maioria dos cirurgiões vasculares. Existem várias técnicas cirúrgicas seguras que não prejudicam o fluxo sanguíneo para outras regiões do corpo, já que o sangue presente na veia defeituosa é redirecionado para veias saudáveis.

A cirurgia pode ser realizada em veias superficiais e também em veias mais profundas. Em qualquer uma delas, as varizes são totalmente removidas.

A cirurgia de remoção de veia safena é conhecida como a cirurgia tradicional. Os resultados estéticos da técnica convencional bem aplicada são bem satisfatórios e usualmente contam com a aprovação dos pacientes. A remoção cirúrgica convencional da safena tem ainda a vantagem de permitir a abordagem completa de todas as veias superficiais da virilha, o que reduz o risco de retorno da doença varicosa.

As desvantagens da cirurgia tradicional da veia safena é o pós-operatório, visto que é necessário suturas na perna, além de maior risco de hematoma e dores no processo de sua retirada, e o uso de peças de compressão diariamente.

Tratamento de Varizes – Escleroterapia

Atualmente, existem diversas opções de produtos e tratamentos que prometem curar varizes. O mais importante em qualquer caso é procurar sempre ajuda de um médico para que possa indicar os melhores métodos para cada caso.

O problema já atinge cerca de 38% da população – dentro da qual 30% dos casos ocorrem em homens.

Ao tratar das varizes, dificilmente voltará a aparecer. O tratamento pode ser feito com diversas técnicas: com laser, espuma, glicose, meias de compressão, creme e cirurgia, tudo isso dependendo das características das varizes.

Escleroterapia

A escleroterapia é indicada para pacientes com vasinhos que não representam comprometimento funcional, somente estético. O procedimento consiste na inserção de substâncias, por meio de uma agulha fina, que fecham o vaso. Existem com espuma, química e térmica.

O tratamento de varizes com espuma, conhecido como escleroterapia com espuma, é eficaz nas varizes de pequeno calibre, frequentemente indicado para os vasinhos e para as microvarizes. A espuma é o polidocanol, que é uma mistura de gás carbônico com um líquido, que juntos são aplicados diretamente nas varizes de até 4mm, fechando a veia. O risco do procedimento é muito baixo e dura cerca de 30 minutos e é praticamente definitivo e após o procedimento é recomendado utilizar meias elásticas de compressão para melhorar a circulação e diminuir as chances das varizes reaparecerem.

Já o tratamento à base química é aquele que utiliza substâncias líquidas, a base de glicose geralmente. Também é realizado por meio de injeção aplicado diretamente nas varizes. É indicado para as fases iniciais da doença e pode ser feita no próprio consultório.

Também há a escleroterapia térmica, sendo aplicado a laser. Age como uma cauterização dos vasinhos, pois caso o calibre for maior, pode manchar a pele do paciente.  Este procedimento pode, por isso, ser realizado apenas com anestesia local caso seja essa a preferência do paciente e demora aproximadamente 1 hora.

Apesar de ser um tratamento minimamente invasivo, ainda sim pode doer, por isso sua indicação é para vasos superficiais.