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Fatores que contribuem para o aparecimento de doenças vasculares

Varizes, inchaço, trombose e dor nas pernas são alguns dos problemas vasculares mais comuns — e a genética está relacionada a isso. É fundamental prestar atenção nos maus hábitos para assim evitá-los para se precaver:

-Sedentarismo: Em nosso corpo, podemos dizer que a panturrilha é o coração das pernas: a cada contração muscular bombeamos o sangue e ativamos a nossa circulação. Quando ficamos muito tempo parada podem causar uma retenção de líquido nas pernas, levando a inchaço, pernas pesadas, cansadas e aumentando a predisposição de desenvolver varizes e trombose venosa.

-Tabagismo: O cigarro também pode causar problemas circulatórios como arteriosclerose (envolvendo as artérias da perna) e tromboangeite obliterante – distúrbio que afeta as extremidades do corpo. A médica enfatiza que a nicotina está ligada à diminuição da espessura dos vasos sanguíneos.

-Obesidade: pessoas obesas têm maior disposição de desenvolver varizes por causa da quantidade de volume sanguíneo dentro das veias que se eleva. Muitas vezes, a gordura acumulada dentro dos vasos sanguíneos também acarreta em uma má circulação.

-Traumas nos membros inferiores: Grandes traumatismos também são importantes fatores de risco para a trombose venosa profunda, não só pelo impacto nos vasos sanguíneos, mas também pelo tempo que o paciente fica imobilizado na cama depois do acidente. Além disso, o impacto nas veias pode dificultar a circulação de sangue e favorecer o aparecimento de varizes.

-Uso contínuo de pílulas anticoncepcionais: A ligação entre a trombose e o anticoncepcional é que o hormônio dos anticoncepcionais altera a circulação e aumenta o risco de formação de coágulos nas veias profundas, dentro dos músculos. Um estudo publicado na revista especializada The BMJ Today, e que foi conduzido por pesquisadores britânicos, mostra que as mulheres que tomam contraceptivos orais combinados, que contêm drospirenona, desogestrel, gestodeno e ciproterona, têm um risco de trombose venosa quadruplicado em relação àquelas que não tomam pílula.