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Tratamento de Varizes – Cirurgia

A cirurgia de varizes é uma dar formas de tratar as varizes. O tratamento das varizes por cirurgia é um procedimento padronizado e realizado há muito tempo, feito com frequência pela grande maioria dos cirurgiões vasculares. Existem várias técnicas cirúrgicas seguras que não prejudicam o fluxo sanguíneo para outras regiões do corpo, já que o sangue presente na veia defeituosa é redirecionado para veias saudáveis.

A cirurgia pode ser realizada em veias superficiais e também em veias mais profundas. Em qualquer uma delas, as varizes são totalmente removidas.

A cirurgia de remoção de veia safena é conhecida como a cirurgia tradicional. Os resultados estéticos da técnica convencional bem aplicada são bem satisfatórios e usualmente contam com a aprovação dos pacientes. A remoção cirúrgica convencional da safena tem ainda a vantagem de permitir a abordagem completa de todas as veias superficiais da virilha, o que reduz o risco de retorno da doença varicosa.

As desvantagens da cirurgia tradicional da veia safena é o pós-operatório, visto que é necessário suturas na perna, além de maior risco de hematoma e dores no processo de sua retirada, e o uso de peças de compressão diariamente.

Tratamento de Varizes – Escleroterapia

Atualmente, existem diversas opções de produtos e tratamentos que prometem curar varizes. O mais importante em qualquer caso é procurar sempre ajuda de um médico para que possa indicar os melhores métodos para cada caso.

O problema já atinge cerca de 38% da população – dentro da qual 30% dos casos ocorrem em homens.

Ao tratar das varizes, dificilmente voltará a aparecer. O tratamento pode ser feito com diversas técnicas: com laser, espuma, glicose, meias de compressão, creme e cirurgia, tudo isso dependendo das características das varizes.

Escleroterapia

A escleroterapia é indicada para pacientes com vasinhos que não representam comprometimento funcional, somente estético. O procedimento consiste na inserção de substâncias, por meio de uma agulha fina, que fecham o vaso. Existem com espuma, química e térmica.

O tratamento de varizes com espuma, conhecido como escleroterapia com espuma, é eficaz nas varizes de pequeno calibre, frequentemente indicado para os vasinhos e para as microvarizes. A espuma é o polidocanol, que é uma mistura de gás carbônico com um líquido, que juntos são aplicados diretamente nas varizes de até 4mm, fechando a veia. O risco do procedimento é muito baixo e dura cerca de 30 minutos e é praticamente definitivo e após o procedimento é recomendado utilizar meias elásticas de compressão para melhorar a circulação e diminuir as chances das varizes reaparecerem.

Já o tratamento à base química é aquele que utiliza substâncias líquidas, a base de glicose geralmente. Também é realizado por meio de injeção aplicado diretamente nas varizes. É indicado para as fases iniciais da doença e pode ser feita no próprio consultório.

Também há a escleroterapia térmica, sendo aplicado a laser. Age como uma cauterização dos vasinhos, pois caso o calibre for maior, pode manchar a pele do paciente.  Este procedimento pode, por isso, ser realizado apenas com anestesia local caso seja essa a preferência do paciente e demora aproximadamente 1 hora.

Apesar de ser um tratamento minimamente invasivo, ainda sim pode doer, por isso sua indicação é para vasos superficiais.

Sintomas e Cuidados das Varizes

As varizes surgem ao longo das pernas e podem causar dor. São desconfortáveis e alteram a aparência das pernas, criando a impressão de que estão inchadas e com as veias levantadas.

Elas surgem devido as veias das pernas que reconduzem o sangue ao coração após ter irrigado os membros inferiores e possuem válvulas cuja finalidade é impedir o retorno do sangue aos pés pela ação da gravidade. Às vezes, essas válvulas não funcionam com eficiência e começam a apresentar dilatação e as válvulas não se fecham mais de forma eficiente. A partir daí o sangue passa a refluir e ficar parado dentro das veias. Isto provoca mais dilatação e mais refluxo. Esta dilatação anormal das veias leva à formação das varizes.

Geralmente as mulheres são as mais afetadas e somente 15% dos homens apresentam varizes nas pernas. Isso ocorre porque um dos principais fatores é a presença da progesterona que causa dilatação da veia e atrapalha o seu funcionamento.

Uma das principais reclamações é a estética, isso porque as veias ficam dilatadas, tortuosas e bem visíveis.  Além disso, outros sinais e sintomas podem estar presentes:

  • presença de veias azuladas e muito visíveis abaixo da pele;
  • agrupamentos de finos vasos avermelhados que alguns pacientes chamam de “pequenos rios e seus afluentes”;
  • queimação nas pernas e planta dos pés;
  • inchação, especialmente nos tornozelos ao final do dia;
  • prurido ou coceira;
  • cansaço ou sensação de fadiga nas pernas;
  • sensação de peso nas pernas;
  • “pernas inquietas”,
  • câimbras.

Para evitar o surgimento das varizes é importante praticar atividade física. Movimentar as pernas e fortalecer os músculos é indispensável para estimular a circulação sanguínea. Mesmo quando se trabalha sentado, é importante a cada 2 a 3 horas, movimentar as pernas para ajudar na circulação do sangue.

Todo cuidado é pouco, ao não serem tratadas as varizes podem contribuir para o surgimento da flebite e até mesmo trombose.

Na próxima semana, falaremos sobre os tratamentos das varizes.

 

Varizes – O que são?

Olá, pessoal! Tudo bem?
Hoje daremos início ao nosso blog, onde colocaremos notícias e informativos sobre varizes e tratamento, mais especificamente nossa expertise, a Escleroterapia Ecoguiada.

Afinal, o que são Varizes?

Varizes são veias distendidas que surgem como inchaços tortuosos que, às vezes, se prolongam como protuberâncias em forma de nó na superfície da pele. O inchaço pode surgir em qualquer veia, mas é mais comum as varizes afetarem as pernas e pés – isso porque ficar em pé parado ou assentado por longos períodos aumenta a pressão nas veias da parte inferior do corpo.
Para muitas pessoas, as varizes e vasinhos (uma variação mais leve de varizes) são uma preocupação puramente estética. Para outras pessoas, varizes podem causar dor, desconforto e até mesmo problemas mais graves, como aumentar o risco de doenças circulatórias.

A causa mais comum de varizes é a influência genética, uma vez que existe forte predisposição familiar. Pode-se herdar veias mais frágeis que com a idade e fatores de risco predispõem ao aparecimento das varizes. Ainda há outros motivos que podem desenvolver varizes, como:
Hormônios: Remédios que mexem com o sistema hormonal chegam a alterar a integridade dos tubos sanguíneos.
Obesidade: Os quilos extras sobrecarregam e pressionam os vasos responsáveis por transportar o sangue pelas pernas.
Gestações: O crescimento do bebê no útero aperta as veias da pelve, o que repercute direto nos membros inferiores.
Sedentarismo: Estimula o ganho de peso e deixa a panturrilha mirrada. Assim, o músculo não consegue realizar seu trabalho.
Sexo: Mulheres sofrem mais com elas do que os homens. Parece que os hormônios têm um papel por aqui.
Altura: Descoberta como fator de risco nos últimos meses, seu impacto ainda precisa ser mais bem estudado.

Menos comumente, as varizes podem ser um sinal de um problema mais grave que pode, por vezes, precisar de tratamento. Estes problemas graves podem incluir:
• Coágulos de sangue ou bloqueio nas veias
• Veias profundas danificadas
• Vasos sanguíneos anormais (fístulas arteriovenosas)
• Tumores (muito raramente).

Mas como surgem as varizes? Elas se desenvolvem quando as veias se alargam e, portanto, as válvulas venosas não conseguem mais se fechar adequadamente. Os médicos chamam isso de regurgitação valvar. O sangue flui de volta para o coração muito lentamente, se acumula nas veias e, gradualmente, as dilata.
Por isso, elas são facilmente visíveis e palpáveis. Em contraste com as veias de aranha primordialmente inofensivas, as varizes podem causar sintomas importantes. Além disso, elas são frequentemente um sinal de doença venosa mais profunda subjacente, como pernas cansadas, pesadas, inchadas e câimbras noturnas.
Abordaremos os principais sintomas e cuidados em nossa próxima matéria. Não perca!